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Consolidar o processo de integração regional, garantindo a livre circulação de veículos e das atividades produtivas, além de combater delitos transfronteiriços entre os países membros, através de um sistema de consultas em comum, esses são os principais objetivos para a implementação da Placa de Identificação Veicular (PIV). Sua história nos remete à década de 60, ano 1968, quando 83 países, dentre eles o Brasil, assinaram a Convenção sobre Trânsito Viário de Viena. Um acordo internacional criado para facilitar o trânsito viário internacional e aumentar a segurança nas rodovias mediante a adoção de regras uniformes de trânsito.

No Brasil, o Congresso Nacional aprovou a Convenção de Viena através do Decreto  Legislativo nº 33 de 1980.No ano seguinte, a Convenção foi promulgada através do Decreto 86.714.

A proposta de uma placa com padrão único no Mercosul foi apresentada pelo Grupo Mercado Comum (GMC) em 2014, através da Resolução 33, assinada em Buenos Aires no dia 8 de outubro, na qual reforça um dos ideais do Mercado Comum do Sul (Mercosul).  O GMC também publicou a Resolução 12/17 com alterações específicas à resolução anterior.

Diante desses documentos, o Conselho Nacional de Trânsito do Brasil (Contran) publicou a Resolução 510/2014 com as diretrizes iniciais para a implantação da nova placa em todo o país. A partir daí, foram feitas diversas reuniões e atualizações na legislação, sendo editadas as Resoluções 527/15, 553/15, 590/16, 620/16, 729/18, 733/18, 741/18, 748/18, 770/18 e a mais recente que trouxe alterações significativas no modelo a ser adotado, 780/19, a qual traz a data de 31 de janeiro de 2020 para a implementação em todos os Estados.

Em setembro de 2018 o Rio de Janeiro adotou o novo sistema de placas. Desde então, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Bahia, Amazonas, Paraná e Rio Grande do Sul também implantaram a PIV.

Santa Catarina iniciou o processo de adaptação do sistema junto ao Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina S.A. (Ciasc) no segundo semestre de 2018 e deu o primeiro passo no último dia 27 de agosto, com a implantação da 1ª fase da Placa de Identificação Veicular, conforme previsto na Portaria 3679/19/DENATRAN, que trata da recepção de veículos de outras UFs com a nova placa (4 letras e 3 números) trazidos para o Estado. Ainda em 2019 o novo modelo deve ser disponibilizado aos demais veículos catarinenses.